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Falar sobre TDAH é falar sobre algo que muitos pacientes carregam por anos, sem perceber a causa de tantas dificuldades no dia a dia. Talvez você se identifique: dificuldade de manter o foco, impulsividade, esquecimento constante e sensação de estar sempre “correndo atrás”.

Eu sou a Dra. Giuliana Cividanes, psiquiatra, e acompanho de perto pessoas que passaram a vida ouvindo que eram “desorganizadas”, “preguiçosas” ou “distraídas demais”. O que poucos sabem é que, por trás desses rótulos, pode existir um transtorno neurobiológico chamado TDAH.

Hoje, quero explicar em detalhes o que é o TDAH, quais são os sintomas, como é feito o diagnóstico e quais caminhos existem para melhorar a qualidade de vida.

TDAH

O que é o TDAH?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, ou seja, uma condição que tem base no funcionamento cerebral e não se trata apenas de um “traço de personalidade”.

Transtorno neurobiológico que afeta concentração e comportamento

O TDAH impacta diretamente áreas do cérebro responsáveis pelo foco, planejamento, autocontrole e regulação emocional. Não é falta de esforço ou desinteresse: é uma dificuldade real de organização mental e controle de impulsos.

Tríade sintomática: desatenção, hiperatividade e impulsividade

Os sintomas principais se dividem em três grupos: desatenção (dificuldade de manter o foco em tarefas ou conversas), hiperatividade (inquietação física ou mental) e impulsividade (agir sem pensar nas consequências).

Pode persistir da infância até a vida adulta

O TDAH costuma começar na infância, mas, ao contrário do que se pensava no passado, não desaparece com o tempo. Muitos adultos continuam a apresentar sintomas, que podem mudar ao longo da vida, mas ainda causam impacto significativo.

Falar com psiquiatra focada em TDAH

Sintomas mais comuns

Os sintomas do TDAH variam bastante entre as pessoas e também conforme a fase da vida. Em adultos, muitas vezes os sinais são menos visíveis do que em crianças, mas ainda assim afetam muito a rotina.

Dificuldade de concentração e foco

Perder o fio da meada durante reuniões, não conseguir terminar um livro ou se sentir “mentalmente distante” mesmo em tarefas simples são sinais muito frequentes.

Hiperatividade e inquietação constante

No adulto, a hiperatividade nem sempre aparece como agitação física. Pode ser um sentimento interno de inquietude, necessidade de estar sempre em movimento ou dificuldade de relaxar.

Impulsividade nas decisões e ações

Tomar decisões sem pensar, interromper conversas, comprar por impulso ou mudar de planos bruscamente são exemplos comuns.

Problemas de organização e gestão do tempo

Dificuldade para planejar, manter uma rotina estável, cumprir prazos ou lembrar compromissos são desafios recorrentes.

Dificuldades nos relacionamentos e no trabalho

A falta de foco e a impulsividade podem gerar conflitos em relações pessoais e profissionais, afetando a autoconfiança e a estabilidade emocional.

Baixa autoestima e frustração frequente

Por viver acumulando falhas ou esquecimentos, muitos pacientes desenvolvem uma autoestima fragilizada, acompanhada de culpa constante e sensação de incapacidade.

Falar com psiquiatra focada em TDAH

Quando procurar uma psiquiatra?

O momento certo para buscar ajuda é quando os sintomas começam a prejudicar a sua vida pessoal, social ou profissional.

Ao notar dificuldades persistentes de concentração

Quando a desatenção impede você de concluir tarefas ou atrapalha sua produtividade, não deve ser ignorada.

Se houver problemas no trabalho ou estudos

Perder prazos, esquecer reuniões ou ter rendimento abaixo do esperado são sinais importantes.

Em caso de relacionamentos prejudicados por comportamentos impulsivos

A impulsividade pode gerar discussões, afastar amigos ou prejudicar a convivência com a família.

Para confirmar o diagnóstico e iniciar tratamento adequado

O diagnóstico correto é o primeiro passo para construir estratégias eficazes e retomar o controle da sua vida.

Falar com psiquiatra focada em TDAH

Diagnóstico do TDAH

Muitas pessoas chegam ao consultório com autodiagnóstico ou após ouvir sobre o TDAH na internet. Embora a informação seja valiosa, é fundamental uma avaliação clínica detalhada.

Avaliação clínica detalhada com psiquiatra

Na consulta, analiso todo o histórico, incluindo infância, ambiente familiar, rotina e desafios diários.

Análise do histórico pessoal e familiar

O TDAH tem forte componente genético. Por isso, entender se há casos na família ajuda a confirmar o diagnóstico.

Escalas e questionários específicos para TDAH

Ferramentas estruturadas complementam a avaliação clínica, ajudando a identificar padrões de comportamento e impacto funcional.

Exclusão de outras condições médicas

Outras condições, como depressão, ansiedade e distúrbios do sono, podem simular ou agravar os sintomas de TDAH. Por isso, é essencial avaliar de forma completa.

Tratamentos disponíveis

O tratamento do TDAH é multifacetado e deve ser adaptado às necessidades de cada paciente. Não existe uma fórmula única.

Medicamentos psicoestimulantes e não estimulantes

Os psicoestimulantes, como metilfenidato e lisdexanfetamina, são muito eficazes para melhorar a atenção e o autocontrole. Em alguns casos, podem ser usados medicamentos não estimulantes, dependendo do perfil do paciente.

Terapia Comportamental Cognitiva (TCC)

A TCC ajuda o paciente a reconhecer padrões de comportamento e pensamento, melhorar a organização e criar estratégias para lidar com as dificuldades.

Estratégias de organização e manejo do tempo

Construir rotinas, usar agendas, criar listas visuais e definir metas claras são ferramentas práticas que ensino no consultório.

Orientação familiar e adaptações no trabalho

Informar familiares e colegas sobre o TDAH ajuda a reduzir julgamentos e criar um ambiente mais acolhedor, além de pensar em ajustes necessários na rotina.

Falar com psiquiatra focada em TDAH

Atendimento com a Dra. Giuliana Cividanes

Há mais de 25 anos, atendo pacientes com TDAH, tanto adolescentes quanto adultos.

Psiquiatra especializada em TDAH em adolescentes e adultos

Compreender como o TDAH se manifesta em diferentes fases da vida me permite adaptar a abordagem ao momento de cada pessoa.

Mais de 25 anos de experiência em psiquiatria

Essa vivência me proporciona uma escuta atenta, sem julgamentos, baseada em ciência e empatia.

Formação em Terapia Comportamental Cognitiva

A formação em TCC é essencial para integrar o trabalho medicamentoso com a mudança prática de hábitos e pensamentos.

Agende uma consulta comigo

📍 Atendo em Pinheiros, São Paulo, em um espaço acolhedor e estruturado para oferecer um cuidado completo e humanizado.

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Perguntas Frequentes sobre TDAH

O TDAH não tem cura, mas pode ser controlado. Com tratamento adequado, a pessoa consegue viver plenamente, mantendo foco e equilíbrio.

Embora possam ter sintomas parecidos, o TDAH é marcado por déficit de atenção e impulsividade desde a infância. A ansiedade está mais relacionada a preocupações excessivas e tensões emocionais.

Quando bem indicada e acompanhada, a medicação é segura e não causa dependência. O uso inadequado ou sem supervisão pode trazer riscos.

O TDAH sempre começa na infância, mas pode não ser percebido. Muitos adultos só recebem o diagnóstico depois, ao notar impacto na vida profissional ou nos relacionamentos.

A dificuldade de foco, a impulsividade e a desorganização podem causar atrasos, conflitos e sensação de fracasso. Com tratamento, é possível mudar essa realidade.